quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

Uma reflexão social que precisa ser melhor debatida

 O Desrespeito à Lei do Silêncio das 22h e suas Implicações Sociais

 

A Lei do Silêncio das 22h é uma norma estabelecida em muitas localidades com o objetivo de preservar a tranquilidade e o bem-estar da comunidade durante as horas noturnas. Entretanto, observa-se frequentemente o desrespeito a essa legislação, o que gera inúmeras consequências sociais. Neste contexto, é imperativo analisar as razões por trás desse comportamento, suas implicações para a sociedade e possíveis soluções para mitigar esse problema.

O horário das 22h foi estabelecido como ponto de referência para o início do período noturno, momento em que se espera uma redução das atividades sonoras para garantir o descanso da população. Contudo, é comum testemunhar a violação dessa norma em diversas áreas urbanas, com o som de festas, música alta e outros ruídos perturbadores que persistem além desse horário. Esse desrespeito à Lei do Silêncio das 22h muitas vezes decorre de uma falta de consciência coletiva sobre a importância do respeito ao espaço e à paz alheia. As implicações sociais desse desrespeito são vastas e afetam tanto o nível individual quanto o coletivo. No âmbito pessoal, a exposição constante a ruídos durante as horas de descanso pode levar a problemas de saúde, como distúrbios do sono, estresse e irritabilidade. Além disso, a qualidade de vida das pessoas é prejudicada, já que a privação do sono é associada a uma série de consequências negativas para o bem-estar físico e mental.

No aspecto coletivo, o desrespeito à Lei do Silêncio das 22h contribui para a deterioração do tecido social. A falta de respeito aos limites estabelecidos pela legislação revela uma falha na compreensão dos direitos e deveres que os cidadãos têm em uma sociedade. Isso cria um ambiente propício para conflitos entre vizinhos e prejudica o senso de comunidade, elemento fundamental para o desenvolvimento saudável de uma sociedade. Além disso, o desrespeito à lei pode gerar um ciclo vicioso, onde a impunidade encoraja comportamentos inadequados. Quando as violações à Lei do Silêncio das 22h não são devidamente punidas, seja por falta de fiscalização adequada ou por leniência das autoridades, isso pode gerar uma percepção de que é aceitável ignorar as normas estabelecidas. Esse ciclo contribui para a perpetuação do problema e cria uma cultura de desrespeito às leis em geral.

Diante desse cenário, é crucial considerar possíveis soluções para combater o desrespeito à Lei do Silêncio das 22h e suas implicações sociais. Uma abordagem eficaz envolve a conscientização da população sobre a importância do respeito ao espaço e à paz dos outros. Campanhas educativas, palestras e ações comunitárias podem desempenhar um papel fundamental nesse sentido, promovendo uma cultura de responsabilidade coletiva. Além disso, é essencial fortalecer os mecanismos de fiscalização e punição. A aplicação consistente da lei é fundamental para dissuadir comportamentos inadequados e garantir que as normas sejam respeitadas. Investir em tecnologias de monitoramento sonoro, como câmeras e sensores de ruído, pode facilitar a identificação de violações e fortalecer a capacidade de aplicação da legislação.

Outra estratégia eficaz envolve a promoção do diálogo entre os membros da comunidade. Estabelecer canais de comunicação para resolver conflitos de forma pacífica e construtiva pode ajudar a evitar a escalada de problemas relacionados ao desrespeito à Lei do Silêncio das 22h. Incentivar a empatia e o entendimento mútuo entre vizinhos pode contribuir para a construção de um ambiente mais harmonioso.

 

Em suma, o desrespeito à Lei do Silêncio das 22h é um problema social que exige uma abordagem multifacetada. A conscientização, a fiscalização eficaz e a promoção do diálogo comunitário são elementos-chave para combater esse fenômeno e construir uma sociedade mais respeitosa e harmoniosa. A implementação de tais medidas não apenas preserva o direito ao descanso e à tranquilidade, mas também fortalece os laços sociais e contribui para um ambiente urbano mais saudável e sustentável.

domingo, 17 de outubro de 2021

HEART and Road of Life

 LOVE


 Always believe in love.

 We are not made for solitude.

 If you are suffering for love,

 is with the wrong person or

 loving in a bad way for you.  If you have separated,

 enjoy the pain, but open up to another love.

 And if you are in love, declare your love.  More and more, we must exercise the

 our right to seek what we want (especially in love).

 But beware: elegance and common sense are essential.

 Take a shot!

 The love is not for Cowards.

 Those who spend the night at home alone will only have to decide which pizza to order.

 And the only risk will be to get fat, but

 remember if.  "Enjoy your company a lot."

 marriage works

 for those who are not dependent.

 Learn to live happily - even without a man/woman by your side.

 If you don't have someone to go to the movies with,

 go with the most fascinating person:

 YOU!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Capítulo 7  (Livro de Alice No País das Maravilhas de Lewis Carroll)

Uma Louca Festa do Chá

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Havia uma mesa posta para fora debaixo de uma árvore na frente da casa, e a Lebre de Março e o Chapeleiro estavam tomando chá: um Arganaz estava sentado entre eles, dormindo, e os outros dois estavam a usá-lo como almofada, descansando os cotovelos sobre ele, e falando sobre sua cabeça. "Muito desconfortável para o Arganaz," pensou Alice, "só, como ele está dormindo, eu suponho que não se importa."
A mesa era grande, mas os três estavam amontoados em um canta do mesma: "Não há espaço! Não há espaço!" eles gritaram quando viram Alice chegando. "Há um bastante espaço!" disse Alice indignada, e sentou-se em uma grande poltrona numa das extremidades da mesa.
Alice olhou em volta da mesa, mas não havia nada sobre ela, mas apenas chá. "Eu não vejo nenhum vinho", ela avisou.
"Não há nenhum", disse a Lebre de Março.
"Então não foi muito educado vocês oferecerem," disse Alice com raiva.
"E não foi muito educado sentar sem ser convidada", disse a Lebre de Março.
"Eu não sabia que era sua mesa", disse Alice, "é grande muito mais de três".
"Seu cabelo precisa ser cortado", disse o Chapeleiro. Ele estava olhando para Alice por algum tempo com grande curiosidade, e este foi sua primeira fala.
"Você deve aprender a não fazer comentários pessoais", Alice disse com alguma seriedade, "é muito rude."
Os olhos do chapeleiro abriram-se amplamente ao ouvir isto, mas tudo o que ele disse foi: "qual a semelhança de um corvo com uma escrivaninha?"
"Vamos, devemos ter algum divertimento agora!" pensou Alice. "Ainda bem que começaram a dizer adivinhas - acho que consigo adivinhar essa" acrescentou ela em voz alta.
"Quer dizer que consegue descobrir a resposta?", disse a Lebre de Março. "Exatamente", disse Alice.
"Então devias dizer o que queres dizer", continuou a Lebre de Março.
"Eu digo", respondeu Alice apressadamente; "pelo menos - pelo menos eu quero dizer aquilo que digo - é a mesma coisa, sabe."
"Não é nem parecido!" disse o Chapeleiro. "Seria o mesmo que dizer que 'eu vejo o que como' é o mesmo que 'eu como o que vejo'!
"E o mesmo que dizer", acrescentou a Lebre de Março, "que 'Gosto do que compro" é o mesmo que 'compro o que gosto'!"
"E o mesmo que dizer", acrescentou o Arganaz, que parecia falar ao dormir, "que 'eu respiro quando durmo' é o mesmo que 'eu durmo quando respiro'!"
"Para ti é a mesma coisa", disse a Lebre, e com isto a conversa morreu e o grupo silenciou-se por um minuto enquanto Alice pensava em tudo aquilo de que conseguia lembrar-se sobre corvos e secretárias, o que não era muito.
O Chapeleiro foi o primeiro a quebrar o silêncio. "Em que dia do mês estamos?" perguntou ele, virando-se para Alice; tinha tirado o relógio do bolso e olhava nervosamente para ele, abanando-o de vez em quando e encostando-o ao ouvido.
Alice pensou por uns momentos e respondeu "O quarto."
"Dois dias errado!" queixou-se o Chapeleiro. "Eu te disse que a manteiga não ia funcionar!" acrescentou, olhando furiosamente para a Lebre de Março.
"Era a melhor manteiga que tínhamos," respondeu a Lebre de Março humildemente.
"Sim, mas devia ter algumas migalhas," resmungou o Chapeleiro: "não devias te-la posto com a faca do pão."
A Lebre de Março pegou no relógio e olhou-o de forma triste: depois molhou-o no seu copo de chá e voltou a olhar para ele: mas não lhe ocorreu nada melhor que repetir a sua primeira afirmação, "Era mesmo a melhor manteiga que tínhamos."
Alice tinha estado a olhar por cima do seu ombro com curiosidade. "Que relógio estranho!" notou ela. "Diz o dia do mês, mas não diz as horas!"
"Porque teria que dizer as horas?" resmungou o Chapeleiro. "O teu relógio diz o ano?"
"Claro que não," respondeu a Alice prontamente: "mas isso é porque o ano permanece o mesmo durante muito tempo."
"Que é exatamente o que se passa com o meu," disse o Chapeleiro.
Alice sentiu-se terrivelmente confusa. O comentário do Chapeleiro parecia não ter qualquer sentido, mas ele falara certamente em Inglês. "Não percebi bem," disse ela, tão educadamente como lhe foi possível.
"O Arganaz adormeceu outra vez," disse o Chapeleiro, e despejou um pouco de chá quente no nariz dele.
O Arganaz abanou a sua cabeça impacientemente, e disse, sem abrir os olhos, "Claro, claro; ia mesmo dizer isso."
"Já descobriste a resposta à adivinha?" disse o Chapeleiro, virando-se uma vez mais para Alice.
"Não, desisto," respondeu Alice: "qual é a resposta?"
"Não faço a mínima ideia," disse o Chapeleito.
"Eu também não," acrescentou a Lebre de Março.
Alice suspirou profundamente. "Não conseguém arranjar alguma coisa melhor para fazer," disse ela, "do que perder tempo a perguntar adivinhas que não têm solução."
"Se conhecesses o Tempo como eu o conheço," disse o Chapeleiro, "não falavas em o desperdiçar. Ele é importante."
"Não entendo o que quer dizer," disse a Alice.
"Evidente que não!" disse o Chapeleiro com ar de desdém. "E também aposto que nunca falaste com o Tempo!"
"Talvez não," respondeu Alice com cautela: "mas sei que tenho que bater os tempos quando estou a estudar uma música."
"Assim está tudo explicado!" disse o Chapeleiro. "Ele não tolere que o batam. Mas se o tratares com boa educação, fará o que quiseres do relógio. Por exemplo, imagina que são nove horas da manhã, hora de entrar nas aulas: bastaria da-lo a entender ao Tempo e o relógio avançaria num instante! Uma e meia, hora de almoçar!"
("Quem me dera que fosse assim," suspirou a Lebre de Março.)
"Isso seria excelente, com certeza," disse a Alice com ponderação: "mas então-- Eu não teria fome, sabe?"
"A princípio, talvez não," disse o Chapeleiro: "mas podias ficar na uma e meia por tanto tempo quanto quisesses."
"É assim que você faz?" perguntou Alice.
O Chapeleiro abanou a cabeça com tristeza. "Não!" respondeu. "Tivemos uma discussão Março passado-- justamente antes dele enlouquecer" -- (apontando a colher de chá para a Lebre de Março,) "--Foi no grande concerto organizado pela Rainha de Copas, e eu tinha de cantar."
"Brilha, brilha, morceguinho! Como acho que você está!"
"Você conhece a música, quem sabe?"
"Já ouvi alguma parecida com essa," disse Alice.
"Continua, sabe," disse o Chapeleiro, "assim:
'Acima do mundo você voa, como uma bandeja de chá no céu. Brilha, brilha--"
"Aqui o Arganaz estremeceu e começou a cantar enquanto dormia "Brilha, brilha, brilha, brilha...". Continuou por tanto tempo que tiveram de lhe dar um beliscão para o calar.
"Bem, mal tinha acabado o primeiro verso," disse o Chapeleiro, "quando a Rainha deu um pulo e gritou, "Ele está a matar o tempo! Cortem-lhe a cabeça!""
"Que barbaridade!" exclamou Alice.
"E desde então", continuou o Chapeleiro com um tom de voz choroso, "não faz nada do que eu lhe peço! O tempo parou nas seis horas."
Alice teve uma ideia brilhante. "É por isso que têm tanta louça em cima da mesa?", perguntou.
"Sim, é isso," disse o Chapeleiro desconsolado: "é sempre hora do chá, e portanto nunca temos tempo para lavar as coisas."
"Então continuam a rodar?" disse Alice.
"Exatamente" disse o Chapeleiro: "a medida que as coisas vão ficando sujas, vamos mudando de posição."
"Mas o que acontece quando dão a volta toda e voltam ao princípio?", atreveu-se Alice a perguntar.
"Suponho que mudamos de assunto," interrompeu a Lebre de Março, bocejando. "Estou a ficar cansada disto. Proponho que a senhorita nos conte uma história."
"Receio não conhecer nenhuma" disse Alice, bastante alarmada com a proposta.
"Então que seja o Arganaz a contar!" gritaram os outros dois. "Acorda, Arganaz!" E beliscaram-no nos dois lados ao mesmo tempo.
O Arganaz abriu lentamente os olhos. "Não estava a dormir," disse ele com uma voz cansada e frágil: "Ouvi tudo aquilo que vocês disseram."
"Conte-nos uma história!" disse a Lebre de Março.
"Sim, por favor!" pediu Alice.
"E depressinha," acrescentou o Chapeleiro, "ou voltas a adormecer antes de acabar."
"Era uma vez três pequenas irmãs," começou apressadamente o Arganaz; "cujos os seus nomes eram Elsie, Lacie e Tillie; e viviam no fundo de um poço--"
"Como é que elas viviam?" disse Alice, que sempre se interessara por questões de comida e bebida.
Elas viviam num melado," disse o Arganaz, após pensar um minuto ou dois.
"Não podiam fazer isso, sabe," disse Alice gentilmente; "teriam ficado doentes."
"E ficaram" disse o Rato; "MUITO doentes."
Alice tentou imaginar como seria viver de forma tão extraordinária, mas isso era muito difícil, pelo que perguntou: "Mas como é que elas viviam no fundo de um poço?"
"Tome mais chá," disse a Lebre de Março, muito séria.
"Ainda não tomei nenhum," respondeu Alice em tom ofendido, "portanto não posso tomar mais."
"Quer dizer que não pode tomar menos," disse o Chapeleiro. "é muito fácil tomar mais do que nenhum."
"Ninguém pediu a sua opinião." disse Alice.
"E quem é que está a fazer comentários pessoais agora?" disse o Chapeleiro triunfante.
Alice não sabia bem o que dizer: portanto serviu-se de algum chá e pão com manteiga, e depois virou-se para o Arganaz e repetiu a pergunta. "Como é que elas viviam no fundo do poço?"
O Arganaz levou um minuto ou dois pensando, e então disse, "Era um poço de xarope."
"Isso não existe!" disse Alice muito chateada, mas o Chapeleiro e a Lebre fizeram "Chiu! Chiu!" e o Rato disse azedamente, "Se não consegue se comportar educadamente, talvez seja melhor que termine a história."
"Não, por favor continua!" disse Alice humildemente: "Prometo não te interromper outra vez. Tenho a certeza que existe pelo menos um."
"Um, de fato!" disse o Rato indignado. Contudo, concordou em continuar. "E assim, as três irmãs, que estavam a aprender a desenhar..."
"O que é que elas desenhavam?" perguntou Alice, esquecendo-se da sua promessa.
"Xarope," disse o Rato, sem parar para pensar, desta vez.

"Quero uma xícara limpa," interrompeu o Chapeleiro: "vamos mudar de lugar."
Enquanto falava já estava a mudar, e o Arganaz o seguiu, a Lebre de Março mudou para o lugar do Arganaz, e Alice, contra vontade, tomou o lugar da Lebre de Março. O Chapeleiro tinha sido o único a beneficiar da mudança, e Alice tinha ficado bastante desfavorecida, porque a Lebre tinha precisamente acabado de entornar a jarra do leite no seu prato.
Alice não queria ofender o Rato outra vez, por isso perguntou com muito cuidado: "Não entendo. De onde é que eles desenhavam o xarope?"
"Se pode desenhar na água de um poço de água." disse o Chapeleiro: "também pode desenhar xarope de um poço de xarope, estúpida!"
"Mas elas estavam dentro do poço," disse Alice ao Arganaz, preferindo ignorar este último comentário.
"Claro que estavam dentro." disse o Arganaz;
Esta resposta confundiu tanto a pobre Alice que deixou o Arganaz continuar sem interrupções por algum tempo.
"Elas estavam a aprender a desenhar," continuou o Rato, bocejando e esfregando os olhos, pois estava ficando muito sonolento: "e desenhavam todo o gênero de coisas. Desenhavam tudo o que começa com um M--"
"Porquê com um M?" perguntou Alice
"E porque não?" respondeu a Lebre de Março.
Alice ficou em silêncio.
O Arganaz tinha fechado os olhos e preparava-se para adormecer; mas, beliscado pelo Chapeleiro, acordou com um pequeno grito e continuou: "que começavam com um M, tal como madeira, molho, memória, muiticidade - sabe, quando se diz que as coisas são "muito de uma muiticidade" -- alguma vez viste um desenho de uma muiticidade?"
"Sério, agora me pergunta," disse Alice, muito confusa, "acho que nunca..."
"Então não devia falar," disse o Chapeleiro.
Esta grosseria foi demais para Alice: levantou-se com desprezo e pôs-se a andar; o Arganaz adormeceu instantaneamente, e nenhum dos outros pareceu notar a sua partida, apesar de ela ter olhado para trás uma ou duas vezes, ainda esperançosa que eles a chamassem. Na última vez que olhou, estavam a tentar enfiar o Arganaz no bule do chá.
"De qualquer das formas, nunca vou voltar ali!" disse Alice enquanto escolhia o seu caminho pela floresta. "É a festa de chá mais estúpida em que já estive em toda minha vida!"
Mal tinha acabado de dizer isto, reparou que uma das árvores tinha uma porta. "Isto é muito curioso!" pensou ela. "Mas tudo é curioso hoje. Acho que mais vale entrar." E entrou.

Achou-se uma vez mais no corredor comprido, e perto da pequena mesa de vidro. "Acho que agora já vou lidar melhor com isto," disse para si mesma, e começou por apanhar a pequena chave dourada e abrir a porta que dava para o jardim. Depois começou a comer o cogumelo (tinha ficado com um pedaço no bolso) até medir cerca de trinta centímetros. Depois passou através da pequena porta, e do outro lado encontrou-se num bonito jardim, entre camas de flores luminosas e fontes frescas.

domingo, 10 de abril de 2011

Designeration!!!

À geração do Design!!!

Sejam bem vindos ao mais novo blog sobre essa área tão ampla da Imagem! O Design! Mas são poucos que entendem quão funcional o Design pode ser na sociedade!!!

Vamos criar juntos?!?


O Design é conhecido pela sua total criatividade e seu amplo conhecimento de ferramentas e técnicas das mais diversas!!!

Apoiando-nos uns nos outros podemos juntos correr atrás do reconhecimento dessa área, tão pouco considerada no Brasil!

Sabemos que o Design tem consideração e status muito grande em todo o mundo, mas o Brasil, isso ainda não foi visto. Como outros cursos, lutamos por esse reconhecimento e consideração do país!!!

Fiquem à vontade, esse site foi feito para divulgar tudo que eu puder coletar de informações sobre a área do Design -> com principal foco em Comunicação Visual Design!!!

Abraço a todos!!!